segunda-feira, 4 de maio de 2009

Dia da mãe

No dia de todas as mães
Eu fui passear com a minha
Gosto tanto dela,
Para mim, é uma rainha!

A minha mãe, é a minha rainha
Rainha mais bela não há!
Não há no mundo outra igual
À minha mãe sem igual.


A minha mãe chama-se Eulália,
Eulália minha mãe
Sem ela não vivia
É o meu amor da vida!

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Páscoa na minha escola

No dia 27 de Março, na minha escola, às 9 horas, eu e os meus amigos, estávamos a jogar à bola quando a professora nos mandou entrar para a sala. Lá dentro, cantámos muitas canções, tocámos flauta e alguns meninos tocaram cavaquinho e viola.
Perto das 11 horas, fomos para a escola E B 2, 3 /S onde, juntamente com outros meninos, ensaiámos as canções para a missa. Às 11 horas chegou o S. padre Delfim e com ele vieram muitas outras pessoas, das quais duas delas eram as minhas catequistas. A missa começou com o cântico "Caminhando pela vida". Ao longo da celebração o SR. Padre falou sobre o que era a Páscoa, ou seja a festa da Ressurreição. A certa altura o SR. Padre fez – nos perguntas e nós respondemos.
A festa continuou com as orações próprias e cânticos acompanhados por vários instrumentos musicais: cavaquinho, flauta, viola, guitarra, bateria e outros instrumentos de sopro. No ofertório, vários meninos foram ao altar levar as suas ofertas. Seguiu-se o momento do Pai Nosso da Paz e o da Comunhão. Foram muitos os meninos, professores e auxiliarias que foram a Comungar. No fim da missa, o sr. Presidente do Conselho Executivo, desejou a todos os presentes umas boas férias de Páscoa e que descansássemos bastante para no próximo período termos muita energia para trabalhar mais e melhor. Finalmente cantámos “Guiado pela mão”. Fomos para a nossa escola e lá esperamos pelos nossos pais para irmos almoçar.
À tarde voltámos para a escola e brincámos até que a professora nos chamou para dentro. No quadro estava escrito que íamos jogar à caça dos ovos da Páscoa e algumas das regras a seguir. A primeira pista dizia para irmos à escola EB1 nº 2 e lá procurarmos a segunda pista. Aí encontrámos uma pista debaixo do caixote do lixo. Esta mandava - nos ir ao Rossio contar os bancos e dizer o nome da nascente artificial que lá existe. Esta pista dizia para irmos à Igreja Matriz, e lá procurar a última pista. Essa dizia para desenhar a porta da igreja e ir para a escola procurar os nossos ovos. Nós fomos os primeiros a chegar à escola. Quando chegámos, procurámos os nossos coelhos com ovos de chocolate.
Logo que os encontrámos a professora deu – nos outros que nós decorámos. E foi assim que eu passei a Páscoa na escola, alegre, divertido e rodeado de amigos.

domingo, 1 de março de 2009

O meu Carnaval

No dia 20 de Fevereiro de 2009 às 09:30 horas, na minha escola, estávamos a preparar os fatos de Carnaval. A primeira coisa a vestirmos foi um pouco de plástico amarelo, recortado em bico, que púnhamos nos pés para fazer de patas de pássaro. Depois vestimos uma túnica de tecido castanho a fazer de conta que era o corpo do pássaro. A seguir vestimos uma capa, também cortada em bico para parecerem as asas do pássaro.
Cada menino levava uma frase diferente. A minha frase dizia assim:
“a trepadeira e o pica-pau comem os bichos escondidos nas cascas das árvores”.
Depois a professora Olímpia pôs-nos um penso rápido no nariz, para não nos aleijarmos com a mascara. Ela era feita a partir de um prato de cartão.
Já vestidos, fomos para o desfile. Depois de algum tempo fomos ver o Entrudo ser queimado.
Mais tarde, a Bruna, a Ana Rita e a Valéria, quiseram um autógrafo do Hélder Reis, e, como não tinham coragem para falar com ele, pediram à professora. Ela achou injustos uns terem autógrafos e outros não. Todos tivemos um autógrafo na máscara.
Depois fomos para a escola.
À tarde fomos às capelinhas brincar nos baloiços. Aquele dia foi muito divertido.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Se eu fosse uma gotinha de água

Olá! Eu sou uma gotinha de água chamada António e vou contar-vos a minha história.
Eu vivia num pocinha de água e um dia o sol evaporou-me. Sentia-me leve e estava a flutuar no ar cada vez mais alto. Comecei a sentir um pouco de frio, e eu e as minhas vizinhas condensamo-nos e formamos uma pequena nuvem.
- O que está a acontecer? - Perguntei eu.
- Esta vai ser a tua primeira viagem pelo ciclo da água.
- O que quer dizer ciclo da agua?
- Tu já vais ver.
Eu ainda tinha muito que aprender.
A nuvem cinzenta ficou cheia e largou as gotinhas todas para o chão.
- O que nos está a acontecer? – Voltei a perguntar.
- Estamos na fase de precipitação. Algumas de nós iremos cair nas plantas, outras nas casas e outras na terra que irão parar aos lençóis de água, que irão dar a uma nascente.
Eu e o meu amigo infiltrámo-nos na terra e fomos para o meio dos lençóis de água. Lá descansámos e continuámos o nosso caminho até à nascente de um rio.
- Onde estamos?
- Estamos no Rio Douro. Daqui a uns dias estaremos no mar.
Eu, espantado, esperei, esperei, até que em fim chegámos ao mar!
- É lindo! Mas ainda não sei o que é o ciclo da água…
- Acabas de o fazer, agora iremos evaporar-nos outra vez; iremos juntar-nos e formar uma nuvem e depois precipitar-nos-emos para a terra…
- Isso mesmo.
E foi assim que percebi o que queria dizer “Ciclo da água”.

Nota: Este texto criei-o numa aula quando estávamos a estudar o Ciclo da Água.

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

O esqueleto e o Pintas


O esqueleto sorriu com todos os dentes à mostra, o cão é que não achou graça nenhuma, e, cheio de medo, fugiu.
No dia seguinte, o cão Pintas passeava pelo recreio pacientemente quando apareceu o esqueleto e disse:
- Olá! Eu sou o João. E tu como é que te chamas? – Perguntou o esqueleto.
O cão, cheio de medo, voltou a fugir. O esqueleto triste, porque toda a gente tinha medo dele, votou para dentro da escola. No intervalo da tarde, o esqueleto passeava triste, ouvindo os gritos das crianças a fugiram. O Pintas também passeava por ali vendo o coitado do esqueleto, triste e sozinho. Ele ainda tinha medo do esqueleto, por isso não o ajudava naquele momento difícil.
Uma semana depois…
O cão estava cada vez com mais atenção ao esqueleto. Passado muito tempo, ele estava ainda pior, mais triste e menos eléctrico.
Por cada dia que passava o cão tinha ainda mais pena do esqueleto. Um dia ele pensou: - tenho de ganhar coragem para falar com o coitado do esqueleto João! Mas para esse dia chegar ainda demorou bastante tempo.
E então esse tempo passou. O cão ganhou coragem para falar com o esqueleto João. Mas nesse dia a professora ia deitar coisas velhas da sala para o lixo, e o esqueleto era uma delas.
O cão correu apressado pelos corredores da escola até a sala do esqueleto. A professora estava a falar com o esqueleto, ele estava com malas nas mãos. Ela tinha uma caixa fechada na mesa dela e dizia:
- João, tens de te ir embora, eu comprei um esqueleto novo. – O esqueleto saiu da sala a chorar.
O cão foi atrás dele e disse-lhe:
- Eu quero ser teu amigo. Tive uma ideia para a professora te deixar na escola. – O esqueleto sorriu e disse.
- Obrigado Pintas, a professora não vai deixar.
A professora saiu da sala também a correr e disse para o esqueleto:
- Podes fica, o novo esqueleto é um esqueleto feminino! – Então o esqueleto passou de zero amigos a dois. E os três ficaram juntos como uma família.

terça-feira, 21 de outubro de 2008

O meu brinquedo



Tenho um brinquedo
Que vive na selva,
Animal engraçado
Que rebola na relva.

De pelo fofinho
De meigo olhar
Bigode branquinho
E toca a rimar.

Tem riscas pretas
Num lombo castanho
Garras afiadas
Boca sem tamanho.

Apesar de tudo isto,
O Ti é meu amigo,
Eu faço-lhe festinhas,
E ele brinca comigo.

Poema inventado por mim e pelo meu pai, em Outubro de 2008.

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Passeio na Linha do Tua


No dia 13 de Setembro, eu, o meu pai e o meu irmão fomos dar um passeio à Linha do Tua. O meu pai de mochila às costas e maquina fotográfica na mão, andando pelos carris, lá fomos nós.
Passado muito tempo, fizemos uma pausa para lanchar. Depois continua-mos a caminhar pelos carris.
Pouco depois chegámos ao apeadeiro da Ribeirinha, onde eu e o meu irmão ficámos à espera da minha mãe. O meu pai voltou para trás a pé.